capacidade técnica
Certificação técnica reforça segurança e confiança nas apostas reguladas no Brasil
Todos os laboratórios que operam passaram por um processo de reconhecimento da capacidade técnica, econômica e reputação ilibada
Publicado em
13/07/2026 às 15:15
Atualizado em
O BiS SiGMA Brasília foi realizado pela segunda vez nos dias 2 e 3 de junho. Um dos primeiros tópicos debatidos no evento foi “o papel dos laboratórios certificadores nas apostas reguladas”, com participação de Hugo Leite (Relações Governamentais e de Negócios - GLI) e Fabio Macorin (subsecretário de Monitoramento e Fiscalização de Prêmios e Apostas SPA).
O segundo painel do evento de apostas em Brasília abordou como a certificação técnicas das plataformas licenciadas mostra que a tecnologia, conformidade e auditoria acabam por fortalecer a segurança, integridade dos sistemas e a confiança do jogador maior de idade no Brasil.
De acordo com Fabio Macorin, quando a Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA) começou com os normativos, a preocupação com o aspecto tecnológico estava muito voltada à preservação do consumidor.
“Esse é um mote que repetimos muitas vezes, mas é uma verdade. A SPA foi feita muito mais do que para trazer um mercado ativo econômico muito robusto para dentro do país, mas para proteger os apostadores neste momento. E para que eles tivessem certeza que estavam apostando em um ambiente seguro e justo”, afirmou.
Sendo assim, a autarquia federal buscou se valer do conhecimento internacional dos laboratórios já estabelecidos. “São sete reconhecidos pela SPA que atuam nesse mercado para assegurar esse aspecto técnico da conformidade das plataformas”, explicou.
Entretanto, Macorin esclareceu que o Brasil não importou um modelo de mercado, mas criou um modelo próprio. Ao compreender que todos os jogos oferecidos no modelo internacional precisam ser adequados para o mercado nacional, alguns quesitos foram adaptados à legislação para funcionar.
“A grande valia dos laboratórios com seus certificados devidamente reconhecidos pela SPA, Todos os laboratórios que operam passaram por um processo de reconhecimento da capacidade técnica, econômica e reputação ilibada da empresa final. Ela está aqui assegurando que a plataforma é justa e que o consumidor está sendo protegido. Então, ela também tem que ser justa e ter uma reputação limpa para dar seu parecer sobre as apostas”, declarou o subsecretário de Prêmios e Apostas.
Além disso, Hugo Leite ressaltou que “é muito interessante o quão ainda é desconhecida a aplicabilidade do certificado para controle do regulador. Com o certificado, o regulador consegue ter controle de quais itens críticos estão sendo implementados na plataforma, quais modificações estão sendo realizadas, qual a matemática por trás daquele jogo e se está de acordo com o que exige a regulação nacional e estadual”, completou.
Fonte: Assessoria
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