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Escala inédita da Copa 2026 desafia plataformas; Cactus garante estabilidade

Infraestrutura apta para volumes de dados concentrados, especialmente, nas partidas do Brasil garantem a estabilidade

Publicado em 13/07/2026 às 15:31

(Foto: Ilustrativa/ Magnific)

Tudo para que o torcedor possa se divertir de maneira responsável com a Copa do Mundo 2026 sem instabilidade. Esse é o objetivo do mercado licenciado do Brasil e da própria Cactus Gaming, reconhecida por sua solução white label para apostas esportivas. De acordo com o CTO da empresa, Felipe Coelho, essa edição do Mundial traz elementos inéditos, como 48 seleções e 104 partidas. 

“A Copa de 2026 chega com uma escala que o mercado nunca viu: serão 48 seleções e 104 partidas, cerca de 40% a mais de jogos do que em 2022. Somado ao fato de ser o primeiro Mundial sob o mercado brasileiro regulado, o resultado é um volume de dados e transações em outro patamar”, explicou.

No entanto, essa questão não é inédita para a empresa, que se prepara constantemente para grandes eventos esportivos, como a Copa do Mundo de Clubes, finais da Liga dos Campeões, Libertadores e outros torneios com um volume de dados acima da média. 

“A diferença está na magnitude, o cliente vive a Copa e a plataforma sustenta a operação”, afirma representante da Cactus Gaming.

Além disso, Coelho explicou que a maneira de lidar é estrutural, com uma infraestrutura apta para volumes de dados concentrados, especialmente, nas partidas do Brasil.

“Capacidade de processamento que se mantém estável quando todos estão vivendo o mesmo momento ao mesmo tempo. A Cactus trabalha justamente para que essa robustez seja invisível ao usuário. O cliente vive a Copa e a plataforma sustenta a operação”, salientou. 

O mercado brasileiro regulado

O CTO da Cactus Gaming explicou que a indústria brasileira conta com camadas de proteção diferenciadas. “Exigências como a verificação biométrica no cadastro e a regra de mesma titularidade, em que a conta de pagamento via Pix precisa pertencer ao próprio jogador, criam barreiras importantes logo na porta de entrada e dificultam boa parte das tentativas de fraude clássica de identidade”, esclareceu.

Entretanto, o risco pode crescer nesse período com inúmeros cadastros em um curto espaço de tempo. “Grande parte do desafio durante a Copa é o comportamento abusador, com clientes que criam contas ou se movimentam especificamente para tirar proveito de campanhas, bônus e promoções de forma indevida”, declarou.

Dessa maneira, a fiscalização necessita ultrapassar a validação de identidade, englobando outros tipos de mecanismos para proteger a integridade das campanhas e assegurar que o novo jogador legítimo, que é a imensa maioria, tenha uma entrada fluida e sem fricção. Reforçando sempre a mensagem de jogo responsável e unicamente para maiores de idade. 

Fonte: Assessoria

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