Uma paixão que renasce a cada quatro anos, assim podemos definir o empenho do arquiteto Rodrigo Trentini com os álbuns da Copa do Mundo. Aos 7 anos teve contato com o primeiro álbum, da Copa de 1990, que foi na Itália, e não parou mais.
Trentini cita que os álbuns antigos eram mais difíceis de completar, pois não tinha esse engajamento que existe hoje, com redes sociais, contato fácil com colecionadores e ainda várias centrais de troca.
Naquela época as figurinhas também não eram autocolantes, ou seja cada figurinha precisava ser passado a cola para fixar no álbum.
Ao todo Trentini tem dez álbuns, e na semana passada concluiu o álbum da Copa de 2026, mantendo a tradição de ter todos álbuns completos.

Perguntado sobre qual o álbum mais importante da sua coleção, ele responde prontamente: ''ah com certeza são os álbuns da conquista da seleção brasileira, de 1994 nos Estados Unidos e 2002, no Japão e Coréia do Sul.''
A paixão do arquiteto não vai parar tão cedo, já que para o álbum de 2026, ele teve a colaboração da filha Raíssa, de 11 anos, que promete continuar o amor que o pai tem pelos álbuns e já pensa em 2030.

Sobre o álbum da Copa 2026
O álbum oficial da Panini para a Copa do Mundo de 2026 conta com 980 cromos (incluindo 68 especiais) e organiza as seleções por grupos.
O pacotinho com 7 figurinhas custa em torno de R$ 7, enquanto o álbum varia de R$ 24,90 (brochura) a R$ 79,90 (capa dura).
Existem diversos pontos de venda de figurinha na cidade, que também organizam dias de troca, onde pessoas de todas as idades compartilham e interagem com os cards.
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